Artigo: Lia Amália Cardoso Rocha. Herdeiros de tropas e ranchos, descendentes de tropeiros que aqui fixaram residência, o silveirense é um anfitrião nato. Festeiro, acolhedor e hospitaleiro, por séculos recebeu as visitas em “rodas de conversa”, enquanto fazia artesanatos em madeira, tricô, crochê, couro e telas. Tudo isto, ouvindo uma boa música e se servindo dos quitutes preparados pelos donos da casa. Até hoje, nunca se recebe alguém sem lhe oferecer algo para comer ou beber. Sair da casa de um silveirense ,sem ao menos beber um cafezinho coado na hora e ouvir, ao menos três vezes que “ainda é cedo”,, é considerado falta “de consideração”.
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