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SILVEIRAS - SÃO PAULO

HISTÓRICO Localizada entre os rios Paraíba e Paraitinga, Silveiras teve início do seu povoamento no pouso de tropeiros à beira da Estrada da Corte, conhecido como 'Pouso do Ventura'.

Município de Silveiras

Resto de um cafezal, em desaparecimento, vendo-se uma pantação de cana (SP) - 1958 Fonte: IBGE

Município de Silveiras

O leite é trazido por animais, até a beira da estrada onde o caminhão passa e o apanha. Ao fundo a Serra da Bocaina (SP) - 1958   Fonte: IBGE

Município de Silveiras

Observe-se que as encostas são ocupadas com pastos, e a baixada com culturas. Na foto, uma plantação de tomates (SP) - 1958   Fonte IBGE  

HISTÓRIA DA CIDADE DE SILVEIRAS - SP (Áudio)

Rua da Tijuca - Silveiras/SP (Década de 1940)

Fazenda dos Cardoso - Década de 50

Antiga Fazenda Boa Vista, propriedade de Israel de Paula Cardoso e Amália Müller Cardoso. Israel nasceu dia 8 de dezembro de 1871, festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e Amália nasceu dia 4 de setembro de 1892, festa de Nossa Senhora Consoladora. Uniram-se em matrimônio na antiga Basílica de Nossa Senhora Aparecida em 1911.

CONHEÇA SILVEIRAS

Silveiras , a ntigo rancho de tropeiros, desenvolveu-se no século XIX com a introdução do café no Vale do Paraíba. Em 1842, foi elevada à vila e, vinte e dois anos depois, à cidade. O município é o primeiro do Estado de São Paulo a se transformar em Área de Proteção Ambiental. E stá localizada na rodovia dos Tropeiros (antiga Estrada São Paulo - Rio de Janeiro).

O Silveirense

Artigo: Lia Amália Cardoso Rocha. Herdeiros de tropas e ranchos, descendentes de tropeiros que aqui fixaram residência, o silveirense é um anfitrião nato. Festeiro, acolhedor e hospitaleiro, por séculos recebeu as visitas em “rodas de conversa”, enquanto fazia artesanatos em madeira, tricô, crochê, couro e telas. Tudo isto, ouvindo uma boa música e se servindo dos quitutes preparados pelos donos da casa. Até hoje, nunca se recebe alguém sem lhe oferecer algo para comer ou beber. Sair da casa de um silveirense ,sem ao menos beber um cafezinho coado na hora e ouvir, ao menos três vezes que “ainda é cedo”,, é considerado falta “de consideração”.

Retratos do Vale destaca a cultura tropeira da cidade de Silveiras

Com o objetivo de reconhecer, valorizar e divulgar a cultura vale-paraibana, a Fundação Olga de Sá realiza mais uma edição de “Retratos do Vale”, que no ano de 2014 teve como foco Silveiras, cidade conhecida por sua tradição tropeira. Artesanato, café e almoço tropeiros, roda de viola são algumas das atrações.

O CASARÃO DO CAPITÃO MANOEL JOSÉ DA SILVEIRA

O que se sabe é que Silveiras quando não dava café dava heróis. Já em 1842, quando era freguesia e queria ganhar título de vila, veio a revolução liberal nascida em Sorocaba e sufocada pelo Duque de Caxias. A batalha final foi na entrada da cidade, onde hoje se ergue um cruzeiro que singularmente homenageia os dois lados: Caxias o legalista; e o tenente Anacleto ferreira Pinto, chefe de um punhado de liberais silveirenses.

Silveiras, ontem e hoje.

Silveiras, ontem e hoje.

Censo Demográfico

Estimativa da População 2014   - 6.121  Fonte: IBGE

IÇA DE SILVEIRAS / SP É DESTAQUE NO NEW YORK TIMES

CORAL SANTA CECÍLIA

COLETÂNEA DE VÍDEOS

Veja aqui vídeos da cidade de Silveiras/SP

CARLOS DA SILVEIRA

Nasceu em Silveiras , São Paulo, a 21 de junho de 1883, filho de Francisco Carlos da Silveira e de Inez de Castro Sene. Casou-se a 09 de abril de 1912, em São Paulo, capital, com a professora Maria Clara Pires Martins, nascida  a 12 de agosto de 1894 em S.Paulo capital, filha de Amaro Pires Martins e Maria Augusta Dias da Silva. Duas filhas: Sylvia [1913], casada com Domingos de Sylos, e Maria [1917], casada com Pascoal José Napoleão Isoldi. Faleceu em São Paulo, com 82 anos, em 31 de outubro de 1964.

AULA NA ROÇA

SILVEIRAS E A REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1842

  Marco Aurélio Alves Costa Desde muito criança ouvi avós e uma bisavó contando sobre a saga de nossos antepassados bandeirantes, sobre o fausto vivido à época em que a cafeicultura foi, no século XIX, a mola mestra da economia do Brasil. A beleza dos saraus, as tradicionais festas religiosas, as dificuldades do dia-a-dia, as disputas políticas, a grande tristeza da escravidão, os segredos de alcova, as duas revoluções sangrentas que marcaram profundamente nossa família: a Liberal, de 1842, e a Constitucionalista, de 1932... Muitas dessas histórias cercam-se de mistérios. O episódio de 1842, entretanto, é o que se apresenta, para mim, revestido de maiores contradições, principalmente no que tange ao assassinato do Capitão Manoel José da Silveira (1794/1842).